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Tarte de Limão

Tarte de Limão

Esta tarte é muito saborosa e foi adaptada deste livro.Fiz algumas alterações, nomeadamente a massa, já que utilizei uma embalagem de massa quebrada de compra.O recheio consistiu em 375 gr de requeijão, 6 colheres de sopa de mel, 3 ovos grandes e raspa e sumo de um limão.Coloquei todos os ingredientes no copo da Bimby e coloquei uns segundos na velocidade 5 até ficarem misturados.Coloquei o recheio na tarteira já untada com margarina e forrada com a massa quebrada e levei ao forno uns 40 minutos a 150º.Fui depois verificando a cozedura até o recheio ter ficado firme e alourado.Depois de fria enfeitei com rodelas de limão.Costumo sempre picar com um garfo o fundo da massa quebrada antes de colocar o recheio para a mesma não levantar.

Tarte de Limão

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Bolo de Mel Grego

Bolo de Mel Grego

A receita deste bolo é de um livro muito bonito que tenho sobre o Natal, As Mais Belas Ideias Para o Natal da Jane Newdick da Editora Civilização (ISBN 972-26-1408-8).Penso que já falei aqui várias vezes sobre ele, foi o meu irmão que me ofereceu (mais um oferecido por ele).Na infância, eu e o meu irmão “devorávamos” livros, tinhamos poucos, mas eles eram folheados vezes sem fim e a maior parte deles estão intactos.Ambos sabemos que um livro é sempre um presente desejado e é usual que em datas especiais, ofereçamos livros um ao outro.A nossa mãe não compreende muito bem esta nossa fixação, coisas de mulher com outros interesses. 🙂

Mas em relação a este bolo, diz o livro que pode ser feito 2 meses antes do Natal, pode fazer-se e envolve-se em papel vegetal ou de alumínio  e guardar-se.Como é condimentado, com o tempo vai ficando mais saboroso.Inicialmente a minha idéia era fazê-lo e guardá-lo, mas esqueçam lá isso…quase que não há.Ficou a intenção.

Ingredientes:

275 g de mel

meia colher de chá de cravinho-da-Índia em pó

meia colher de chá de canela em pó

meia colher de chá de noz-moscada em pó

90 g manteiga

90 g açúcar amarelo

3 ovos médios

uma colher chá de bicarbonato de sódio

250 g farinha sem fermento

uma colher de chá de fermento em pó

180 g de frutos secos picados

Preparação:

Forra-se uma forma quadrada com papel vegetal e aquece-se o forno a 160º.Aquece-se o mel com o cravinho, canela e noz-moscada, deixando levantar fervura e depois esfriar.

À parte bate-se o açúcar com a manteiga com uma colher de pau e junta-se as gemas uma a uma, batendo de cada vez.Junta-se o mel e o bicarbonato de sódio e bate-se até amaciar.Peneira-se a farinha e o fermento e mistura-se suavemente, até ficar tudo bem incorporado.Envolve-se os frutos secos e por fim as claras batidas em castelo.Deita-se na forma e leva-se ao forno durante 1 hora, 1 hora e 10 minutos, até o bolo levantar bem e dourar, e o topo voltar a cima quando premido no meio,

Deixa-se o bolo arrefecer na forma.Pode-se servir com mel quente por cima e nozes.

Eu acabei por o fazer com algumas alterações, utilizei a Bimby para picar os frutos secos, não aqueci o mel e depois por preguiça não bati as claras em castelo, juntei os ovos inteiros e também ficou um bolo fofo.Utilizei uma forma de bolo inglês anti-aderente que untei com óleo, mas que se revelou pequena já que o bolo cresce bastante.Desenformei ainda quente e não servi com mel por cima, já é um bolo bastante doce, que se calhar até podia reduzir-se a quantidade de açúcar.

É um bolo que faz lembrar o Natal, pelas especiarias que leva, deixa a cozinha com um cheirinho delicioso!

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Mini-Férias

Com o feriado e uma “ponte” acabei por ficar em casa quatro dias inteiramente dedicados à família. Tal como o ano passado aproveitámos o feriado para fazer um piquenique. Preparei o farnel, peguei na mesa dos piqueniques (uma mesa de madeira com quatro bancos já incorporados), meia dúzia de brinquedos, máquina fotográfica e lá fomos nós. Esteve um dia muito agradável e aquele contacto com a natureza renova-me a alma.

Às vezes tenho muitas saudades da minha infância, das coisas que fazia em casa dos meus avós. Lembro-me que nessa altura não havia os excessos que existem hoje em dia, tudo o que podia ser aproveitado era, os sacos de plástico eram lavados e secos no arame da roupa e utilizavam-se vezes sem conta. As garrafas de vidro tinham todas depósito e para se comprar uma tinha-se que levar uma vazia. A fruta da época, por ter um preço mais baixo, era aproveitada para fazer compotas que duravam o ano todo. A minha avó tinha uma parte do armário da cozinha só com compotas que ía fazendo o ano todo e com que depois barrávamos grandes fatias de pão caseiro.

Nestas mini-férias agarrei num livro fantástico que tenho, Conservas de Oded Schwartz (oferecido num Natal pelo meu irmão que sabe que eu adoro estas coisas) e acabei por fazer uma geleia de maçã e canela e uma conserva de pêras. Vou preparar uma parte do meu armário da cozinha e quero enchê-lo de compotas e conservas tal como a minha avó fazia.

  

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Leituras

Não ando muito activa a nível de leituras, ando assim a passo de caracol.Aliás desde Novembro de 2007 que não se fala de livros neste blog, mencionei no outro dia o Livro da Criança do Mário Cordeiro, mas esse não conta para esta estatística.

Está mais que provado que não tenho estado a conseguir cumprir o que já em 2007 me propûs fazer, ler pelo menos um livro por mês…nem sempre consigo e algumas vezes perco o entusiasmo por um ou outro livro, como é o caso deste. E acredito que o problema seja meu, da minha capacidade de concentração em rotura.Tenho tido algumas noites bastante agitadas, onde só penso em parvoíces e onde depois de tudo espremido resultam muito poucas horas daquele sono descansado.

Resolvi então colocar de lado estes dois livros e pegar neste. Até agora estou a gostar, eu gosto da escrita do Paulo Coelho e talvez daqui a uns dias chegue este da Tess.

😉  

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Breves

Ando a ler o Código da Vinci do Dan Brown e O Cirurgião da Tess Gerritsen . Gostei do filme O Código da Vinci, espero que o livro seja mais intenso. Quanto à Tess, é sem dúvida uma das minhas autoras preferidas, suspense até ao último minuto, com uma escrita empolgante que me faz querer ler e ler e ler.

Já consegui comprar um número considerável de prendas/lembranças de Natal, faltam as mais difíceis pois claro.E confesso que já me apetece montar a árvore e colocar as decorações em casa. É a altura do ano que mais gosto, não pelas prendas, mas sim pelo ambiente que se gera à volta deste dia, a tradição familiar que se mantém, mesmo depois de já nem todos estarem fisicamente entre nós.

A minha filha quase que caminha sozinha, ainda tem medo de percorrer grandes distâncias, mas já dá algumas passadinhas que lhe enchem o rosto com um sorriso do tamanho do Mundo, tal é a alegria de se tornar independente.

Quanto ao filho, ehheheh, que posso eu dizer…no sábado fizemos limpeza à caixa dos brinquedos e expliquei-lhe que alguns brinquedos teriam que ir para o lixo de tão estragados que estavam. Ao contrário do que eu estava à espera ele aceitou muito bem a idéia, ao ponto de ele próprio os colocar no saco. No final disse-me assim:
– Agora fico com poucos brinquedos.
Felizmente que se meteu outra conversa no meio, porque acho que esse comentário trazia água no bico.

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Ler


Ler para eles é muito gratificante, ainda mais agora que ele já gosta de histórias mais elaboradas. Depois conta-as à sua maneira.

🙂

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Books




Já não se falava de livros por aqui há imenso tempo, no entanto e felizmente (afinal quero ver se consigo cumprir o que propûs a mim própria: ler pelo menos um livro por mês)tenho conseguido ler alguma coisa. Li Rafael de Manuel Alegre, tinha tão boas referências de Cão Como Nós que decidi avançar com o Rafael. Desiludi-me um pouco, não é definitivamente o meu género de leitura, e certamente terá mais significado para quem viveu naquela época.
Agora A Pecadora li num instantinho, adoro a escrita da Tess, suspense até à última página. Mal posso esperar pelo O Cirúrgião que é o próximo que vou ler dela.
Neste momento e um pouco pela opinião da T. estou a ler A Filha da Fortuna da Isabel Allende.Estou a gostar bastante, uma boa história, em parte faz-me lembrar o Como Água Para Chocolate.