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Da horta

A horta é pequena, mas tem sido produtiva (não vou mencionar o dia em que os cães destruíram a cultura de ervilhas). As beterrabas demoraram-se na terra, isto porque ainda estou a adubar naturalmente com o composto que vamos fazendo e o solo não está uniforme. Umas cresceram muito e outras ficaram mais pequenas. Também contribuiu para isso o facto de termos plantado algumas plantas muito juntas. Mãos pequeninas que ajudam e a horta não tem que ser uma obra perfeita, alinhada ao centímetro. Faz parte.

A nossa horta funciona também como uma terapia, a rega é demorada e lá vamos tirando as ervas daninhas, observando os bichos que por ali andam. O gato não perde uma oportunidade de beber água directamente da mangueira, mas é ágil e não estraga nada. Lindo bichinho!

Quanto às beterrabas, foram lavadas, descascadas e raladas (talvez fosse útil ter uma máquina que fizesse este processo mais rapidamente). Optei por usar luvas neste processo, para não ficar com as mãos cor-de-rosa. Depois dividi em sacos e congelei, assim crua.

Vou utilizar quando saltear legumes para acompanhar as refeições. Numa frigideira alta anti- aderente que tenho, coloco um fio de azeite e junto ervilhas, espinafres, cenoura, alho francês, cogumelos, cebola, alho, pimento, o que tenha disponível e em breve irei adicionar a beterraba. Deixo saltear, mexendo ocasionalmente e tempero apenas com ervas, coentros, orégãos e alguma pimenta branca. Não utilizo sal.

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Para adopção

Miau
Aos poucos, esta ninhada lá tem ido para os seus novos lares.Os meus filhos têm pena de os verem partir, mas é o melhor para eles. Assim que começam a aventurar-se mais acabam por desaparecer e é uma pena.
Miau
Esta ninhada é tão bonita. E por aí ninguém quer adoptar um gatinho/a para o resto da sua vida?

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Ninhada

Ninhada
Uma das gatas que a minha mãe alimenta teve uma ninhada de gatinhos tão bonitos.Ficamos com vontade de ficar com todos, o que obviamente não é possível. A preocupação agora é encontrar bons donos para eles, mas por enquanto ainda têm que ficar junto da mãe.

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Gato Preto

Miau
Este gato já anda no nosso bairro há imenso tempo. Habitualmente vinha ao nosso jardim petiscar na ração do nosso gato, mas eu sempre achei que ele tinha dono. Umas vezes via-o, outras nem por isso. Ele que sempre foi um gato vistoso, reapareceu aqui em mau estado. O pêlo muito baço, com feridas nas orelhas, não comia a ração seca. Custou-me muito vê-lo assim, a desistir. Ao início não me deixava aproximar, mas comecei a dar-lhe comida macia e ele lá começou a comer, nem sempre com muito apetite. Com o passar dos dias, recuperou, tornou-se um gato muito meigo para nós, mas dá-se um bocadinho mal com o nosso outro gato e com a nossa cadela mais nova. Estou agora a tentar educá-lo a ser mais suave. Ainda não está totalmente recuperado das feridas nas orelhas, mas vai com o tempo. Nunca mais se afastou da nossa casa, dorme grandes sestas no jardim ou no tapete da entrada. Eu que sempre gostei tanto de cães, descobri que tenho um fraquinho por gatos.

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Gatinhos

Gatinho
Nós sempre fomos mais de cães, mas andamos rendidos a uma ninhada de gatos de uma gata que a minha mãe alimenta.São tão meigos, gostam de festinhas na barriga, o que nem sempre é possível nos gatos.Vamos agora tentar arranjar bons donos para eles aqui na zona.

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Luz

Pôr-do-Sol

Claro que nós somos uma família apaixonada por animais, isto de gostar de cães é genético e olho à minha volta e verifico que até nem sou a pior.Depois a parte complicada destas relações é o afecto que se gera, a tristeza que se sente quando os vemos partir.É a logística que se cria para entre crianças e afazeres domésticos, agendar idas ao veterinário.E até custa a crer que em três dias perdemos um gato e um cão.É difícil não ficar triste, não ponderar se isto não será um sinal, uma mensagem codificada, um gastar de energias em causas que à partida estão perdidas.

Há dias em que me falta luz, uma luz que ilumine o caminho.

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O Gato

é uma gata, acho, que eu de gatos percebo muito pouco, mas depois confirmo.Começo a achar que não fomos nós que a adoptámos, mas sim ela que nos adoptou a nós.É incrível a meiguice com que o animal nos brinda todos os dias, turras e ronrons, aproxima-se de nós num salto.Fica horas no jardim da frente.

Um gato com um comportamento assim, teve que ser muito bem tratado em algum período da sua vida, procura festas mal nos vê e apesar de atento, ignora completamente as nossas cadelas.Penso que conquistou a segurança que tanto ansiava.

Tem sido muito gratificante receber tanto em troca de tão pouco.