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Quando o telefone tocar

Quando o telefone toca...
Certamente que vou atender.
Até lá, aguardo pacientemente pela chamada. 😉

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Retomar

É tempo de retomar. De voltar a fazer o que gosto, de partilhar alguns dos meus momentos, de voltar a fotografar, de arriscar novos caminhos.

É tempo de voltar a sorrir. Até já!

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Partir

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O mês passado a minha avó materna faleceu. Depois de uns últimos meses muito complicados, a sua saúde foi-se debilitando até um ponto de não retorno. E um capítulo se encerrou. Desse lado da família deixou de haver referências…pelo menos a nível físico, porque a nível emocional e enquanto existir memória, elas estão cá. Procurei ler alguns textos sobre este assunto tão delicado, sobre o que se sente quando se perde pai e mãe numa tentativa de apoiar a minha mãe, mas nestas coisas não há muito que se possa fazer, para além do que já se faz: escutar, abraçar, compreender.

E no fim, mesmo no fim, sobro eu, o que sinto, o que mais poderia ter feito. Sinto-me em paz, porque nestes últimos tempos tive a oportunidade de mimar muito a minha avó, de cozinhar aquelas coisinhas doces que ela gostava e que felizmente podia comer e de a poupar a pormenores da minha vida que certamente a iriam preocupar e entristecer. Há palavras suas que guardarei para sempre e o seu amor incondicional por mim e pelos meus filhos. Sinto-me abençoada por ter tido amada assim. ❤

 

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2016

My creation
2016 caminha para o fim. Finalmente. Anseio tanto por um novo ano, cheio de dias para viver momentos bons e que tanta falta fazem a esta família.

2016 foi um ano com muitos fins, o ano em que voltei a usar o meu nome de solteira, o ano em que perdi cinco das minhas meninas peludas, o ano em que o meu regresso à vida profissional correu muito mal, o ano em que o monte quase não avançou, um ano cheio de dias difíceis que teimaram em se prolongar.

Mas onde também aconteceram coisas boas, onde vivemos a experiência de ver nascer uma ninhada de cachorros, onde chegaram mais uns patudos para completar a nossa matilha, onde vivemos dias de paz e tranquilidade como há muito não tínhamos. Os filhos cresceram e festejámos os seus aniversários.

Aproxima-se um ano ímpar, gosto de números ímpares. Espero que seja um ano em que a paz conquistada se mantenha e onde os momentos especiais sejam uma constante.

 

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Os meus dias

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agitados, trapalhões, cheios de fins e de princípios, de lágrimas e de sorrisos. Os meus dias de uma vida que nem parece a minha, mas que é e ainda bem que é.

E aqui estou que nem uma árvore em plena tempestade, a levar com as rajadas de vento e com a chuva forte, mas a lutar com todas as minhas forças para manter as raízes bem agarradas ao chão.As tempestades não duram para sempre e se por agora os meus ramos e galhos estão vazios, outros dias virão em que o Sol brilhará e onde novas folhas nascerão.

O contrário também é válido, essas outras árvores vestidas que olham satisfeitas para os meus ramos despidos, não estão livres de serem atingidas por algum temporal.

O tempo e as circunstâncias mudam.

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Wedding Date

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Recentemente vi este filme e gostei bastante.É uma história engraçada com muitas peripécias à mistura.Pela pesquisa que fiz é baseado no livro Asking for Trouble de Elizabeth Young, que não está traduzido para português, mas dizem que é um livro muito divertido. 🙂