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Grão a grão

Às vezes o pior é começar. Ainda há poucos dias eu me queixava que o ritmo de leitura andava lento e depoisOrgulho-e-Preconceito ainda no mesmo mês consegui ler outro livro. Obrigo-me de certa forma a dedicar algum tempo a coisas que gosto de fazer e que me deixam um sorriso nos lábios. Para além disso, ler é uma óptima forma de combater as insónias, as minhas amigas insónias que não me largam há uns bons tempos. Este livro que li, é um clássico e chamou-me a atenção após ver o filme mais recente com o mesmo nome. Apesar de ter gostado imenso do filme, o livro é de leitura obrigatória, porque tem mais pormenores e foi através dele que compreendi melhor algumas partes do filme, que não é uma cópia exacta da obra e sim uma adaptação. O livro que tenho é da Civilização Editora e é igual ao da foto, tem a capa dura e é uma excelente compra, mesmo até para oferecer. É sobre a família Bennet com cinco filhas jovens cuja mãe procura a todo o custo arranjar-lhes bons casamentos e onde o amor surge onde menos se espera. Gostei muito.

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Partir

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O mês passado a minha avó materna faleceu. Depois de uns últimos meses muito complicados, a sua saúde foi-se debilitando até um ponto de não retorno. E um capítulo se encerrou. Desse lado da família deixou de haver referências…pelo menos a nível físico, porque a nível emocional e enquanto existir memória, elas estão cá. Procurei ler alguns textos sobre este assunto tão delicado, sobre o que se sente quando se perde pai e mãe numa tentativa de apoiar a minha mãe, mas nestas coisas não há muito que se possa fazer, para além do que já se faz: escutar, abraçar, compreender.

E no fim, mesmo no fim, sobro eu, o que sinto, o que mais poderia ter feito. Sinto-me em paz, porque nestes últimos tempos tive a oportunidade de mimar muito a minha avó, de cozinhar aquelas coisinhas doces que ela gostava e que felizmente podia comer e de a poupar a pormenores da minha vida que certamente a iriam preocupar e entristecer. Há palavras suas que guardarei para sempre e o seu amor incondicional por mim e pelos meus filhos. Sinto-me abençoada por ter tido amada assim. ❤

 

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Leituras

A minha expectatAs-Palavras-que-Nunca-Te-Direiiva relativamente a leituras para este ano é relativamente baixa. E a verdade é que já estamos em Abril e apenas li o primeiro dos doze livros que espero ler até ao final do ano. Já tinha lido este livro há muitos anos atrás e voltar a lê-lo neste período em que a minha vida pessoal anda tão virada do avesso até me fez bem.

As Palavras Que Nunca Te Direi de Nicholas Sparks é um livro que vale a pena ler, e apesar de eu preferir livros com finais mais cor-de-rosa, é difícil ficar indiferente a esta grande história de amor cheia de sentimento e detalhes.

Por acaso nunca vi o filme.

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2016

My creation
2016 caminha para o fim. Finalmente. Anseio tanto por um novo ano, cheio de dias para viver momentos bons e que tanta falta fazem a esta família.

2016 foi um ano com muitos fins, o ano em que voltei a usar o meu nome de solteira, o ano em que perdi cinco das minhas meninas peludas, o ano em que o meu regresso à vida profissional correu muito mal, o ano em que o monte quase não avançou, um ano cheio de dias difíceis que teimaram em se prolongar.

Mas onde também aconteceram coisas boas, onde vivemos a experiência de ver nascer uma ninhada de cachorros, onde chegaram mais uns patudos para completar a nossa matilha, onde vivemos dias de paz e tranquilidade como há muito não tínhamos. Os filhos cresceram e festejámos os seus aniversários.

Aproxima-se um ano ímpar, gosto de números ímpares. Espero que seja um ano em que a paz conquistada se mantenha e onde os momentos especiais sejam uma constante.

 

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Quase Natal

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O Natal aproxima-se rapidamente. Sei que vou cozinhar o galo, mas ainda não pensei muito nos pormenores. Ainda há tempo.

Sinto-me muito leve, em paz, sem as pressões de outros tempos, onde me exigiam muito e onde faziam tão pouco. E aquilo que mais quero este Natal é algo pelo qual vou lutar todos os dias de 2017. Até já!

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Caminhar no Monte

Monte
Nestes dias de frio a melhor forma de aquecer é dar uma caminhada pelo Monte.Além de fazer bem a vários níveis, estar no meio daquela natureza toda é muito apaziguador.
Monte
Se levar a máquina consigo obter fotos cheias de detalhes.Aproveito e fico em silêncio, apenas com a minha própria companhia.
G
Bem não é fácil ficar só, há sempre quem goste de se juntar a mim.

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Organizar a estufa

Estufa
Já há vários meses que a estufa pedia uma organização profunda.Depois daquele período em que apenas ia de fugida ao monte, muitas das plantas sentiram-se com a falta de cuidados e não resistiram. Outras houve que se mantiveram e até tive um caso em que ao fim de mais de um ano as sementes lá germinaram.Já sem grande esperança de sucesso, umas sementes de figo da índia originaram uns pequenos cactos, que trato agora com grande cuidado.
Monte
Posso agora voltar a tentar germinar novas sementes e até voltar à produção de forragem.Com o tempo frio sabe bem estar na estufa, o ambiente é acolhedor e há sempre o que fazer.