Da horta

A horta é pequena, mas tem sido produtiva (não vou mencionar o dia em que os cães destruíram a cultura de ervilhas). As beterrabas demoraram-se na terra, isto porque ainda estou a adubar naturalmente com o composto que vamos fazendo e o solo não está uniforme. Umas cresceram muito e outras ficaram mais pequenas. Também contribuiu para isso o facto de termos plantado algumas plantas muito juntas. Mãos pequeninas que ajudam e a horta não tem que ser uma obra perfeita, alinhada ao centímetro. Faz parte.

A nossa horta funciona também como uma terapia, a rega é demorada e lá vamos tirando as ervas daninhas, observando os bichos que por ali andam. O gato não perde uma oportunidade de beber água directamente da mangueira, mas é ágil e não estraga nada. Lindo bichinho!

Quanto às beterrabas, foram lavadas, descascadas e raladas (talvez fosse útil ter uma máquina que fizesse este processo mais rapidamente). Optei por usar luvas neste processo, para não ficar com as mãos cor-de-rosa. Depois dividi em sacos e congelei, assim crua.

Vou utilizar quando saltear legumes para acompanhar as refeições. Numa frigideira alta anti- aderente que tenho, coloco um fio de azeite e junto ervilhas, espinafres, cenoura, alho francês, cogumelos, cebola, alho, pimento, o que tenha disponível e em breve irei adicionar a beterraba. Deixo saltear, mexendo ocasionalmente e tempero apenas com ervas, coentros, orégãos e alguma pimenta branca. Não utilizo sal.

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